terça-feira, 28 de junho de 2011

1 ano e meio *-*

Já se passaram 1 ano e meio, desde aquele maravilhoso dia em que vindo do nada, conheci uma pessoa que apenas sendo ela própria, mudou o meu mundo e a minha concepção da vida. 
Essa pessoa, ou seja, tu, ensinaste-me muitas coisas, coisas que tu nem sabes que ensinaste.
  • Ensinaste-me que chorar não é ser fraca e que pedir ajuda quando preciso pode ser o melhor.
  • Ensinaste-me a sorrir quando a minha maior vontade é chorar.
  • Ensinaste-me a crescer e a aprender com os meus erros.
  • Ensinaste-me que ser eu mesma é o melhor que posso ser porque lá no fundo, alguém vai gostar.
  • Ensinaste-me que nada nos pode deitar abaixo se nos mantivermos de pé.
  • Ensinaste-me que o mundo não gira à volta das coisas boas e são as coisas más que nos vão fazer ver o que existe de bom também.
  • Ensinaste-me a nunca desistir e dar sempre cara à luta. 
  • Ensinaste-me que para vencer é preciso força e que de alguma maneira, eu sou forte.
  • Ensinaste-me, acima de tudo, a amar
Antes de te conhecer, nunca tinha amado ninguém. Nem sabia bem o  que era isso. Para ser sincera, eu tinha medo de amar alguém, de me apaixonar, pois sabia que ia sofrer. E sofre-se, é verdade. Mas vale a pena quando os sorrisos são maiores que as lágrimas. 
E valeu a pena tudo pelo que passamos. Valeu a pena todos os momentos e sabes? Na verdade não me arrependo de nada. Tudo que passamos, fez-nos crescer e reparar que precisamos de estar juntos para estar bem. E é assim que pertencemos. Porque algumas pessoas estão destinadas a estar juntas. E nós somos e estamos destinados a estar, meu amor.
Só tu me fazes rir, só tu me fazes sorrir em chamada (como na foto), só tu consegues ser parvo e achar piada ao meu riso histérico, só tu me consegues por amuada, só tu consegues fazer-me ter sono em chamada e quase adormecer, só tu me consegues por a cantar assim do nada e fazer figurinhas, só tu me fazes sonhar (:

E agora falando de um assunto muito mais sério...
Eu sei que vão existir sempre "fantasmas", "demónios" e "memórias" de um passado que nunca serão apagadas. Tu sabes o meu passado, sabes o que passei, sabes as coisas que ultrapassei e aquelas que lá no fundo, vão sempre fazer um buraco em mim. Sabes aqueles fantasmas que quando fecho os olhos aparecem, sabes aquelas coisas que aconteceram que me fizeram insegura. Mas também sabes, que se não fosses tu, eu não sabia onde estava, porque foste aquela pessoa a quem eu me agarrei com força porque só tu me fazes sentir segura ao ponto que nem esses mesmos fantasmas me conseguem fazer mal.
E eu sei que tu também tens alguns fantasmas, uns que eu já conheço, outros que só a ti pertencem. Sei que não és do tipo de pessoa de falar do que sentes, do que tens medo ou do que por dentro, te desespera. Eu sei e respeito isso. Mas quero que saibas, que eu vou combater esses teus demónios, custe o que custar. E estou aqui. Mesmo que não queiras falar de assunto nenhum, sabes que estou sempre aqui nem que seja para ouvir o teu silencio, desde que não te sintas sozinho, nunca. 
Odeio ver-te triste, odeio saber que algo ou alguém te magoou, principalmente quando esse alguém sou eu. Eu não faço de propósito e peço desculpa porque acredita, a última coisa que eu quero, é fazer-te triste. Ok?
Sorri, sorri sempre porque antes um sorriso triste do que a tristeza de não saber sorrir...
Quando vires que algo está a apoderar-se de ti e que não há mais força, fecha os olhos e começa a sorrir. Porque NADA, mas nada mesmo vai conseguir vencer-te, Marco. Acredita. Seja o que for, seja físico ou psicológico, seja verdade ou uma ilusão, só tu irás vencer, só tu! Por isso, luta! E nunca, nunca, mas nunca te passe pela cabeça desistir de ser feliz. Nunca. Tu mereces e vais sê-lo, nem que seja preciso eu ir ao limite para te fazer sorrir.
Dá-me a mão e vais ver que se andarmos juntos, custará menos. Quem corre por gosto não cansa, não é? E é assim mesmo, meu amor. Dá-me a mão e vais ver que juntos, venceremos tudo que for obstáculo pelo caminho. E quando acharmos que chegamos ao limite, vais ver que havemos de descobrir um "pedacinho" de terra ainda por explorar, por isso nunca vamos parar. Não existe limite. Para as coisas boas, não. Nas coisas más, põe-se um sinal de stop logo na primeira curva.

Please always stay porque eu preciso de ti e tu precisas de mim, meu amor. Lembraste quando disseste que eu já não era metade de ti mas sim um todo? Bem, tu também não és metade de mim. Mas sim o meu todo. Não há Teresa sem Marco. (:
Por favor, lembra-te sempre disto: Eu farei TUDO por ti, não interessa o quão dificil for. 
Eu amo-te e nada me vai fazer parar de amar.
Obrigada por este 1 ano e meio, dá-me mais por favor. AMO-TE!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Nem imaginas o quanto me sinto feliz por estarmos bem. Nem imaginas o quanto amei a noite de ontem e o dia de hoje.
Ontem a chamada foi fantástica e foi bom termos ido dormir ao mesmo tempo.
E hoje, adorei ter acordado e mal ter feito isso, ter-te ligado. Foi muito bom ouvir a tua voz logo de manhãzinha cedo. Amei todas as chamadas de manhã, já tinha saudades de todas as tuas parvoíces, de sermos perversos e de me rir contigo. E sim, já consigo espirrar em chamada x)
Amei também as webs de tarde. Da proxima vez que disseres que não és bonito, acho que irá acontecer um homicidio porque és lindo. E eu amo ver-te. Amei tu gozares com as minhas caras, a comparação de testes, a minha extrema inteligencia, o teu momento demasiado esquisito para ser mencionado aqui, as intervenções fofas da tua mãe e acima de tudo, a comprovação que os zombies comeram mesmo o teu cérebro. :3
Amo-te Marco. E ainda bem que estamos bem.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Não.

É suposto esquecer?
É suposto esquecer todas as noites de Verão? Sim, aquelas que ficamos acordados a falar. Sim, aquelas sms durante a noite toda até eu adormecer. Sim, aquelas palavras na praia. Sim, aquelas fotos. Sim, as webs. É suposto esquecer?
É suposto esquecer aquele fim-de-semana? Sim, dia 25 e 26 de Setembro de 2010. Aqueles dias em que disseste que eras capaz de estar apaixonado por mim. Aqueles dias que eu disse que sentia o mesmo. Aqueles dias em que eu nunca me senti tão bem na minha vida como naqueles dias.
É suposto esquecer as vezes que me viste e ouviste chorar? É suposto eu esquecer que estiveste ali? É suposto esquecer quando dizias que eu ficava fofa até a chorar quando eu estava horrível? É suposto esquecer a quantidade de vezes que só me sentia bem a chorar contigo porque tu ias-me entender? É suposto esquecer as vezes que me fizeste rir tanto enquanto chorava?
É suposto esquecer todos os momentos? É suposto esquecer as estupidezes nas webs? As vezes que me olhavas fixamente através que até me arrepiava. É suposto esquecer os ataques de riso? É suposto esquecer as vezes que quase dormir em chamada contigo? É suposto esquecer quando adormeci e assustei-me tanto quando me acordaste? É suposto esquecer como costumavas dizer que eu estava bonita mesmo eu estando em pijama e despenteada? É suposto eu esquecer as vezes que dizias que me amavas sem parar?
É suposto eu esquecer os teus textos? Os teus videos? É suposto esquecer as chamadas que nunca mais acabava? É suposto esquecer quando me ligavas a meio da noite só para dizer um "amo-te"? É suposto esquecer as vezes que fiquei acordada até ter a certeza que estavas bem? É suposto esquecer tudo pelo que passamos? É suposto esquecer a única vez que te ouvi chorar? É suposto esquecer que sempre estive disposta a afastar os fantasmas do teu passado? É suposto esquecer tudo com que sonhamos? É suposto esquecer quando me ensinaste o que ensinaste? É normal esquecer tudo? É suposto esquecer tudo o que disse  e tenho dito neste blog? É SUPOSTO?
Não, não é.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Não é fácil expressar-me e dizer-te tudo que na realidade Sinto. Não é fácil escrever tudo o que vai na minha cabeça ou dentro do meu coração. Porque sinceramente, as palavras nunca descrevem tudo.

Só se passaram 2 dias sem palavras. Só dois. Umas pequenas 24 horas. E para mim, pareceu muito mais...
Tu não entendes e nem peço que me entendas. Só queria mesmo que perdesses uns minutos da tua ocupada vida a ouvir o que eu sinto. Era o que deverias ter feito.
Não gosto de dizer que é tarde demais, não gosto de dizer que acabou, foi por isso que lhe chamei um tempo. Mas eu já nem sei. Se quero voltar a tentar ou habituar-me a ficar assim. Nem sei o que é mais fácil. E sabes? Eu nunca tive medo de optar pelo mais difícil. Tenho é medo de voltar sempre ao mesmo. Tenho medo de voltar a cair mais uma vez, tenho medo que não passe tudo de uma mentira e que no final, não hajam dois corações felizes ou dois corações partidos, mas sim um partido, que seria o meu e outro que seguiu em frente, que seria o teu...

Tu não sabes o que eu sinto. Aliás, ninguém sabe. E é melhor assim. Mesmo que te tente explicar, nunca saberás metade. Nunca saberás o que é ser eu mesma, o que é viver com as minhas inseguranças, com os meus medos, com os meus sonhos e com o que me aguenta em . Não sabes e é impossível saber.
Mas posso tentar explicar-te minimamente.
Sabes o que é quando já nem sabes que fazer? Sentir-se perdida, sem rumo certo, sem partida nem chegada. Sabes quando chegas aquele ponto que tudo te parece melhor do que tentar de novo? Sabes quando chegas aquele ponto que sinceramente já quase nem te afecta? Pelo menos por fora, penso que estou assim. Fria, aliás, gelada. Petrificada, parada e sem vontade sequer de me mexer.
Mas por dentro, tudo está bem mais complicado. Eu nem sei como te dizer. Baralhada? Muito. Com esperança? Nem um pouco.
Eu sempre me achei fraca demais para aguentar certas coisas e sabes? Aguentei 15 anos de muitas coisas que eu acharia que nunca me iria acontecer. Aguentei 15 anos e sei que aguento muitos mais. Não aguentei das melhores maneiras, ás vezes. Fui abaixo, caí muitas vezes e em algumas, bati com bastante força no fundo. Mas aprendi que se quero ser feliz, tenho que aprender a me levantar.
Mas acredita, não é nada fácil. E depois houve aquela fase que eu sinceramente achei que algo estava mesmo a acontecer porque nunca tinha estado tão feliz e nunca me tinha sentido tão completa. Sim, foi a fase em que tu apareceste. Ainda nem te amava e já me sentia bem a falar contigo. Sei lá, eras especial.
Fazias-me sorrir, fazias-me rir mesmo sem teres piadinha nenhuma e acima de tudo, fazias-me sentir segura. Como se nada nem ninguém me conseguisse magoar porque o Marco estava lá e não ia deixar. Durante muito tempo senti-me assim. E depois sei lá, mudou tudo. No início, ainda para melhor. 
Quando me apaixonei por ti, foi das fases mais confusas da minha vida. Aliás, eras o meu melhor amigo e eu nunca te tinha visto, como podia estar apaixonada? Antes de isso acontecer, eu até achava o amor como o nosso impossivel. Mas sabes? Não é impossível de todo. Ao inicio, tudo me confundia, olhava para ti e nem sabia explicar muito bem o que sentia. Houve mesmo aquela fase que tu lhe chamavas sentimentos de alma gémeas porque nem tu nem eu sabiamos explicar o que se passava.
Até que chegou mesmo o dia que eu entendi. Que sim, era amor, que sim eu estava verdadeiramente apaixonada por ti. E tu disseste-me que sentias o mesmo. Tinhamos tantos sonhos sobre um futuro. E eu acreditei. Agarrei-me a esses sonhos com tanta força que quando foi hora de os deixar partir, eu fiquei vazia. Porque sem esses sonhos, não me restava mais nada.
Porque eu acreditei em ti. Acreditei quando disseste que me amavas, acreditei em tudo que as sms diziam, acreditei nos sorrisos sinceros das webs, acreditei nas palavras em cada final de cada chamada. Acreditei nos "Amo-te", acreditei no "Estou sempre aqui para ti", acreditei nos "Estou louco por ti", acreditei no "És tudo" e acima de tudo acreditei no "Para sempre". Acreditei em cada palavra, acreditei em cada gesto.
Acreditei na quantidade de vezes me me ouviste chorar e me apoiaste. Acreditei na quantidade de vezes que me fizeste pensar melhor. Acreditei na quantidade de vezes que me disseste que eu era "Perfeita com os meus defeitos". Acreditei quando disseste "isto é tão mágico" naquela chamada que ficamos apenas a ouvir um ao outro respirar.
E com que é que acabei? Nada. Se calhar a culpa é minha. Se calhar é apenas dos dois. Eu não sei se me sinto preparada para te amar, mas eu queria. Queria mais, queria muito mais acredita.
Tu sabes bem que eu faria tudo por ti. Tu sabes bem que te prometi que nunca mais nenhuma cicatriz ia marcar os teus pulsos. Tu sabes bem que prometi que nunca irias chorar sozinho. E eu prometi-te que estaria sempre aqui mesmo quando o mundo estivesse a desabar, lembras-te?
Porque sinceramente, eu posso não saber amar mas sei que te amo. E isso devia chegar.
Mas não chega porque o que eu sinto por ti está muito longe do que tu sentes por mim. Sentes o mesmo?
Alguma vez amaste alguém tanto mas tanto que passas noites agarrada a uma almofada a chorar? Que adormeces de cansaço depois de teres criado tantas histórias na tua cabeça? Que dói só de pensar em um futuro sem essa pessoa ou que dói ainda mais ir dormir sabendo que nada melhorou?
Pois, eu já. E foi e é por ti. Tu não tens mesmo noção o quanto eu te amo. E não sei se algum dia chegarás a ter.
Não, não estou a dizer adeus. Considera-o um até breve.